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sábado, 31 de outubro de 2020

Metabolismo lento e mais: médico explica quais são os 'vilões' do emagrecimento



Perde peso é o desejo de muitas pessoas, mas nem sempre é uma tarefa fácil. De acordo com dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), promovida pelo Ministério da Saúde, pouco mais da metade dos habitantes do país apresentam sobrepeso — especificamente 55,7% ou uma a cada cinco pessoas. 

Entre os que tentam sair desta estatística e enfrentam dificuldades no processo de emagrecimento, uma frase é comum: “meu metabolismo é lento”. Apesar de avaliações das taxas metabólicas serem importantes em casos com esse objetivo, a velocidade de funcionamento do organismo não é um o único “vilão” da equação. 

“Você não precisa ter um metabolismo lento para ter dificuldade em emagrecer. Esse cenário é uma regra e não uma exceção, em especial quando são analisadas as características dos pacientes brasileiros. É um processo que é difícil sempre, pois a tendência do corpo é querer se manter no peso em que está, não é espontâneo”, argumenta o Dr. Lucas Costa Felicíssimo, médico da Medicina Integrativa. 

O processo de perda de peso se dá por um conjunto de fatores que, somados, alinharão a busca por um corpo mais magro com ganhos na saúde. Alimentação balanceada, em quantidades suficientes, e rotina regular de exercícios são aspectos que devem ter relevância maior no processo. O emagrecimento só ocorre em situação de déficit calórico — quando é gasta mais energia que a consumida.


“É comum que as pessoas tentem procurar problemas específicos para a dificuldade. O mesmo ocorre com a tireoide. Ainda que fora de controle, o ganho de peso que essa disfunção pode trazer não é suficiente para levar pessoas à obesidade. Indiretamente, sintomas como sensação de estar cansado e o sedentarismo consequente, assim como uma alimentação desregrada, são os catalizadores desse quadro”, exemplifica o Dr. Lucas Costa Felicíssimo.

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