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domingo, 8 de novembro de 2020

É Possível Viver de Renda dos Investimentos em Ações?



Viver apenas do investimento em ações e ter uma renda mensal para pagar as contas é o sonho de muita gente e provavelmente o seu. Será que isso é realmente possível?

Primeiro, é preciso entender que existem basicamente duas formas de encarar a bolsa de valores e se posicionar no mercado de ações.

Ser um investidor ou ser um especulador.

O investidor é alguém que compra ações considerando que está adquirindo participações de boas empresas.

Ele quer ser sócio de negócios que estão prosperando e participar da trajetória de possíveis lucros da empresa.

Já o especulador busca lucrar com a volatilidade do mercado no curto prazo.

Ele não está interessado nos fundamentos da empresa e sim, na oscilação dos preços das ações.

O principal “papel”, por assim dizer, do especulador é dar liquidez para o investidor, já que está disposto a comprar do investidor e vender, assumindo um risco muito maior.

Já o investidor pensa diferente. Ele investe acreditando que a empresa terá bons resultados e que irá se beneficiar de uma valorização natural do negócio ao longo do tempo.

É sobre esse investidor, a pessoa que está interessada em viver de renda, que eu quero falar. 

Qual a renda que terei com o investimento em ações?

Viver de renda com ações é possível graças aos dividendos. Ou seja, a parte do lucro que a empresa distribui aos seus acionistas.

Para quem pensa em ter uma renda passiva, montar uma carteira de dividendos é a forma mais interessante.

Mas quanto preciso para viver de renda?

Para facilitar o entendimento, digamos que você tenha R$ 100 mil investido em ações de empresas e que esta carteira, de um modo geral, paga em torno de 10% ao ano em dividendos.  

Então, desses R$ 100 mil você terá R$10 mil de renda ao ano.

Por mês, dá algo em torno de R$ 800. Muito pouco para viver totalmente de renda.

Porém, se continuar investindo e reinvestindo os dividendos, imagine que consiga montar um patrimônio de R$ 500 mil.

Com retornos de 10%, seriam R$ 50 mil ao ano, mais de R$ 4 mil por mês.

Agora, imagine que ao longo do tempo consiga acumular um patrimônio de R$ 1 milhão.

Ao ano, são R$ 100 mil ao ano, em torno de R$ 8 mil ao mês.

Embora ainda não seja um valor que te faça chegar ao último nível da liberdade financeira, é suficiente para cobrir as despesas da maioria dos brasileiros.

Mas você não precisa parar por aí.

Você pode continuar investindo mensalmente e reinvestindo os dividendos e aproveitando cada vez mais dos juros compostos.

Esta é, em minha opinião, a melhor forma de viver realmente da Bolsa de Valores, como um investidor.

Viver de dividendos

Respondendo a pergunta do começo do post, se é possível viver de renda dos investimentos das ações da bolsa de valores, eu diria que sim!

Desde que invista pensando no longo prazo.

Mesmo que não tenha grandes quantias no início, qualquer valor extra recebido já dá um ânimo para continuar, além de ajudar a pagar as contas.

Para isso, você não precisa ser um expert da Bolsa e nem acompanhá-la 24 horas por dia.

Investir em ações é para qualquer pessoa.

Para investidores comuns que estão por aí e ainda que mantém seus empregos fixos. Para o médico, o dentista, um profissional liberal, funcionários públicos e privados.

Pessoas que não tem tempo de ficar o dia todo acompanhando o mercado.

Que estão focadas nos 3 pilares da independência financeira:

Ganhar mais;
Gastar menos;
Investir melhor.

Para estes, é totalmente possível montar uma carteira de ações que gere renda passiva.

Seja ela suficiente para cobrir todas as suas despesas mensais e que permita você viver disso sem precisar fazer mais nada.

Ou, simplesmente que lhe renda algum dinheiro extra todo mês para ajudar nas contas.

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