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sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Anvisa aprova uso emergencial de novas doses da CoronaVac



Vacinação covid-19. Nesta sexta-feira (22), o uso emergencial de mais 4,8 milhões de doses da vacina CoronaVac foi aprovado por unanimidade pela  diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A vacina para combater o novo coronavírus foi desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. As informações são do G1 Brasília.

O pedido havia sido feito pelo Instituto  Butantan na segunda-feira (18). Vale ressaltar que um primeiro lote com 6 milhões de doses da Coronavac já tinha sido liberado no último domingo (17) para aplicação emergencial e que começou a ser distribuída pelo Ministério da Saúde nesta semana. 

Na ocasião, Gustavo Mendes, gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos, fez uma apresentação técnica sobre o pedido do Butantan e recomendou a aprovação da solicitação frisando que há ausência de “alternativas terapêuticas” para o tratamento da Covid-19. Além disso, Gustavo enfatizou que haverá "monitoramento das incertezas". 

O Gerente-geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária da Anvisa, Fabrício Carneiro de Oliveira, também fez uma apresentação técnica e ressaltou resultados de análises, que não houve unidade contaminada após a incubação. “O parecer é que as informações prestadas demonstram o cumprimento das boas práticas e justificam o uso emergencial da vacina. Nos manifestamos pela aprovação de eventuais novos pedidos de uso emergencial nos moldes já apresentados neste momento, ou seja, vacinas importadas prontas bem como o granel formulado pela Sinovac com envase e acondicionamento pelo Butantan”. 

Após as apresentações técnicas, a relatora Meiruze Freitas votou pela aprovação do pedido de uso emergencial do segundo lote de vacinas CoronaVac. “Entende-se que esses [dados e esclarecimentos] são suficientes para dar suporte a autorização para apresentação multidose da vacina e para o processo de envase no Instituto Butantan. Para a apresentação multidose, foi aprovado o prazo provisório de 12 meses”, disse.

Meiruze Freitas ainda afirmou que, apesar de algumas incertezas ainda existentes pelo estágio em desenvolvimento da vacina, “os benefícios conhecidos e potenciais da vacina superam os riscos”.

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