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sábado, 29 de maio de 2021

Bipolaridade: Confira dicas que contribuem para o tratamento desse distúrbio



Segundo o Régis Chachamovich, psiquiatra e membro da Associação Brasileira Low Carb (ABLC), a ciência mostra que a dieta cetogênica é capaz de atuar em diversos mecanismos responsáveis por doenças neuropsiquiátricas.

Elas costumam ser tratadas principalmente com uso contínuo de medicamentos. O que grande parte da população desconhece é que a alimentação interfere na saúde mental e é considerada uma ferramenta terapêutica para melhorar o quadro do paciente.

De acordo com o psiquiatra, hábitos saudáveis, principalmente de origem natural e com opções de comida minimamente processadas pode contribuir com os transtornos de bipolaridade.

É uma doença crônica que atinge aproximadamente seis milhões de brasileiros e precisa de tratamento contínuo ou até mesmo durante a vida inteira, uma vez que se manifesta no final da adolescência ou início da fase adulta.

A bipolaridade é caracterizada por períodos de mania ou hipomania, depressão e normalidade. "Na fase de mania ou hipomania, o paciente costuma apresentar alteração do humor, aceleração da atividade mental, irritabilidade, diminuição do sono, aumento na velocidade da fala e alterações de comportamento.

"Já a fase depressiva é marcada por tristeza intensa, falta de prazer em atividades que normalmente gostava de fazer, desânimo, choro frequente, falta de energia e pensamentos negativo, relata o psiquiatra".

Para tratar os sintomas são utilizados remédios, como estabilizadores de humor e antipsicóticos. "É comum pacientes continuar com crises mesmo medicados, ou que apresentam melhora parcial, mas com prejuízos na qualidade de vida. Em alguns casos, elas são controladas, porém o indivíduo permanece em um estado depressivo leve e contínuo", explica.

O baixo consumo de carboidratos prioriza a ingestão de alimentos ricos em proteínas e gorduras. O especialista em psiquiatria nutricional destaca que a dieta cetogênica é um estilo de alimentação capaz em promover importantes alterações no metabolismo do corpo como um todo, especialmente na parte cerebral.

Vale ressaltar que são necessários cuidados em relação à fase de adaptação da dieta, controle das medicações e o acompanhamento de alguns parâmetros, conclui.

Consultoria: Régis Chachamovich, psiquiatra e membro da Associação Brasileira Low Carb (ABLC). 

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